Desbrava o pampa
o gauchê de sangue minuano,
em longas noites de teto estrelar,
sozinho ao meio de ninguém,
canta velhas cantigas
que paravam brigas,
cavalga ao luar,
passa pelos soldados
ibéricos,
com o sabre em punho
passa o fio
cortando três cabeças,
junto com Matias
de sangue negreiro,
e trocaram por cabeças
minuanas-negreiras
a música
a comida
e a cultura.
Somos todos
minuanos-negros
tupi-angolenses
guari-moçambiquenses.
Samba, blues, rock, jazz, vindos de negros.
Comida de mandioca, pinho, guaraná vindo de minuanos
Lendas, mitos, falas e rimas de sangue minuano-negro.
Guaraná de Blues
Mandioca de Samba
Rock de Pinho.
Sou brasileiro, índio-negro, português-espanhol, italiano-alemão, sou gauchê.
Muito Bom
ResponderExcluirGostei mesmo
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