Remar de novo vou tentar
Pra ver se vou achar
Um lugar
Pra observar
E amar
Pra se enrolar
Em longos cabelos à brilhar
Mas não sei quanto tempo vou ficar
Em sonhos a me perder
Em desejos a me tecer
Remar de novo vou rasgar
Pra ver se vou amar
Um luar
Pra admirar
E nadar
Pra se afogar
Em longos rios à flutuar
Mas não sei quanto tempo vou ficar
Em sonhos a me perder
Em desejos a me tecer
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Adamas Alea
Diamond Dice;
Rolling in the floor;
We want to know much more;
Made in the fires;
To fulfill out desires.
Diamond Dice;
Roll and it will decide your path;
Belhold the secrets of our time;
Watch the chaos and beauty of lifes.
Diamond Dice;
In our hands;
We want all the ends,
Shine in the mind,
As you do in the light.
Behold the chaos
Behold the time
Behold the life
Behold! Diamond Dice.
Rolling in the floor;
We want to know much more;
Made in the fires;
To fulfill out desires.
Diamond Dice;
Roll and it will decide your path;
Belhold the secrets of our time;
Watch the chaos and beauty of lifes.
Diamond Dice;
In our hands;
We want all the ends,
Shine in the mind,
As you do in the light.
Behold the chaos
Behold the time
Behold the life
Behold! Diamond Dice.
sábado, 6 de outubro de 2012
Speculum
Sala de espelhos,
cada um com seu conselho,
vários tons de cores de várias cores,
mais de milhões tons de horrores de milhões de horrores;
incontáveis faces de sonhos de mais incontáveis sonhos;
mais de milhões tons de horrores de milhões de horrores;
incontáveis faces de sonhos de mais incontáveis sonhos;
Essas faces, cores e tons
brigam por espaço
nessa mente em que ecoa sons,
sons de desespero escasso.;
brigam por espaço
nessa mente em que ecoa sons,
sons de desespero escasso.;
Controlá-los é difícil,
pois não é dócil,
e nem mandar posso,
possuem vida própria,
ignoram a antiga história;
possuem vida própria,
ignoram a antiga história;
As várias sessões de eu
brigam e eu fico aqui sozinho.
brigam e eu fico aqui sozinho.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Panis et Circensis
Há muitas coisas que me incomodam, mas há constante mentira que as pessoas vivem com "atores" , "cantores" , "celebridades" uma veneração sem sentido, há pessoas sem talento, sem visão, sem, sem, esforço. Os grandes hits de música, os block-busters, os programas maravilhosos na tv, tem fórmula, a arte comercial, acho que nada neste mundo me causa mais incômodo do que isto.
Claro que o artista tem que vender, se não, ele morre de fome, o problema é que a sociedade está sendo amaciada e moldada para ser homogênica. Um produto que todos gostem será o futuro ideal para empresas, estamos próximos a nos tornar a sociedade que Emile Durkheim e Augusto Conte , quiseram, uma sociedade previsível. O problema , é que somente este fator de suas teorias é bem executado. Grito, sem apoio, por favor, mais sabedoria, mais filosofia até. Clichê foi este texto, mas desbravar preciso. Para acabar o post com algo bom Panis et Circensis dos Mutantes:
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Simulacrum et Symbolum
Imagens e símbolos envolvem partes fundamentais do ser humano. Não há algo mais marcante e forte que um símbolo, como as pessoas lembrariam do cristianismo sem a cruz? Do judaísmo sem a estrela de Davi? Dos Beatles sem seu logo? Imagens são o resumo de pensamentos abstratos sobre um conceito ainda mais abstrato. Se o PT não tivesse um símbolo, lembrariam então duma persona importante do partido, uma imagem, uma foto.
É muito difícil imaginar um mundo sem representações gráficas do mundo. Vivemos na era da representação do mundo real, não o mundo real. Talvez, o fato que mais prove nosso mundo de Simulacrum é o dinheiro, ele representa riqueza, comprarmos materiais, reais ou não, com uma representação de riqueza, alias a própria concepção de riqueza é cheio de simbolismos, jóias, mobilhas, quadros, celulares, a riqueza é uma representação de posse e poder. O dinheiro é a representação duma representação.
Por ventura, o que vemos, sentimos, nunca será o real, será sempre uma interpretação de nossos sentidos do ambiente. Vivemos numa constante vida de imagens e símbolos. Se é ruim viver assim , não posso dizer, só sei que faz parte de ser humano. Simbolizar o mundo, talvez , seja nossa maior qualidade e a definição do que faz a humanidade.
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